Especial Língua Portuguesa #2 – O uso dos porquês

O uso dos porquês.

Gente, eu não sei usar os porquês. Nunca sei quando é pra ser junto ou separado, com ou sem acento. Meu “editor” (que na verdade é só o meu primo que faz letras-português) disse que preciso melhorar minha técnica então vou começar pelos porquês.

Por que (separado e sem acento)

Quando eu puder substituir o “porque” (que eu escrevo tudo junto) por “por qual razão” ou “por qual motivo”,quer dizer que este “porque” deve ser escrito separado e sem acento. Assim: por que. Entenderam?

Agora me deixa achar uma frase para exemplo em uma de minhas historias: Quero saber por que você não foi à escola.

Outro caso de usar o “porque” separado e sem acento é quando ele puder ser substituído por “pelo qual”, “pela qual”, “pelos quais”, “pelas quais” ou ainda “para que”:

Exemplos: A rua por que passei ontem não era parecida com essa!
Quando votarmos, que seja por que nos próximos anos possamos ver mais obras.

Por quê (separado e com acento)

O uso do por quê é equivalente ao “por que”, porém, é acentuado quando vier antes de um ponto, seja final, de interrogação ou exclamação:

Exemplos: Ficar na festa até mais tarde, por quê?
Não sei por quê.

Olhem só o absurdo, tenho que colocar um acento só por que (esse é separado e sem acento) o “porque” aparece no final da frase! Gente, isso é serio? Quem inventou isso? É só pra complicar a nossa vida!

6 pensamentos sobre “Especial Língua Portuguesa #2 – O uso dos porquês

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